Tìtulo autoexplicativo.
Então, estive pensando em vários assuntos para abordar e cheguei a conclusão de que como sou eu quem escolho o que escrevo, a palavra inicial é minha e a final também.
Um dos assuntos que pensei é uma prática que tento adotar de tempos em tempo. A prático do desapego.
Não sou uma pessoa que me apega muito a certos tipos de coisas, porém, me apego a algumas outras coisas de uma maneira que eu preferiria não me apegar, se soubesse com antecedência que era isso que iria acontecer.
Essa prática é bem simples, e eu acho que muita gente a pratica, visto o alto número de pessoas imbecis que me cercam e que circulam a terra que realmente parecem não se importar com muita coisa. Mas eu divaguei. Essa prática, pelo ou menos da maneira que eu a utilizo, consiste eu não criar espectativas altas para absolutamente nada. Por mais sedento ou faminto que esteja, procuro não criar espectativas demais sobre um copo d'água ou um prato de comida. O copo pode cair e quebrar, o prato pode se partir em vários pedaços, a água não matará mais minha cede e nem a comida matará minha fome. Continuarei com cede e com fome e com muita raiva.
Eu quase nunca consigo fazer isso. Colocar em prática algo tão extremo é difícil, e a paciência que eu tenho não me permite. Mesmo assim, acho bom eu ter isso em mente. Digo, acho bom eu pensar dessa forma. Mesmo não conseguindo me desapegar das coisas, tenho a conciência de que eu pensei nisso antes de haver uma possibilidade de apego, e assim que ela surgiu eu me apeguei e esqueci de me desapegar.
Em certas situação eu tento mesmo, de verdade. O que comigo sempre acaba em mais decepção. Só o ato de tentar me desapegar de algo mostra que eu me apeguei a possibilidade de me desapegar de algo, o que vai de encontro com o que a prática no seu nível mais extremo prega.
É tenso, mas isso me faz lembrar de uma coisa. Um professor meu certa vez me disse que tudo de mais sobra, de alguma maneira. Eu guardei isso até hoje, apesar de ver que isso é um ensinamento bem antigo e que não foi ele quem o criou, eu entendi o suficiente para saber que é verdade. Não consigo me desapegar das coisas que fui ensinado a ter apego. Por mais que eu tente mudar meu jeito de ser, mais eu percebo que não consigo e mais fica visível para mim quem eu sou. Mais fica perceptível que minha maneira de ser é única,e apesar de eu quase sempre me dar mal por ser assim, esse sou eu.
Pois é, isso tudo para dizer que eu sou assim porque eu sou assim. Você provavelmente tem seu jeito imbecil de ser porque você é um imbecil. Você tem seu jeito meigo de ser, porque é assim que você é.
Por vezes me peguei fazendo algo que achei errado. Por mais que ter feito o que eu fiz tenha sido errado, já foi feito. O que não me torna uma pessoa má. Quando digo que fiz algo errado não quero dizer que entrei num colégio atirando em crianças, nem que comecei a bombardear a população do meu pais que se opunha a mim. Não. Quis dizer que fiz algo banal, mas que na minha concepção ou na concepção de muitos foi errada.
Eu dicaguei muito, mas isso é um problema meu. Eu tentei dizer que o sentimento de culpa por ter feito algo errado torna meu caráter mais perceptível. Pelo ou menos é assim que eu me sinto. Consigo identificar que apesar de ter feito o que fiz, seja lá o que eu tenha feito, eu sinto culpa.
Isso ficou muito homossexual e idiota. Mas eu me empolguei com a história, que eu já nem lembro qual era.
Deixarei o samba cometer suicídio. Afinal de contas, por mais que não queiram que o samba morra, um dia a idade chega e o bixo pega.
obs.: não editarei nada... e esse é um recado para mim, único leitor do meu próprio bog.
ponto
sábado, 9 de abril de 2011
Então...
Criei um blog. O porque não é da conta de ninguém, a não ser que alguém ache que por algum motivo eu deva satisfação a alguém, o que eu não devo. Mas é isso, criei um blog e o primeiro post do meu blog será sobre mim falando que acabei de criar um blog.
Motivos para se criar um blog são os mais variados. Se não conseguir pensar em nenhum, esse é um problema único e exclusivo seu. Não estou aqui para agradar ninguém. Portanto, se você se sentir agradado com esse blog me desculpe, não era essa a minha intenção. Trabalharei mais para que isso não aconteça e para que a leitura seja difícil e que eu pareça um imbecil.
Pensando nisso, em como eu não estou nem aí para quem está lendo, eu acho que eu deveria parar de me desculpar e de dar justificativas para o que eu estou fazendo aqui, ou não. O blog é meu e eu digo o que eu quiser, sobre quem quiser e na hora que eu quiser. Mas não se preocupe, por mais inteligente que você pareça ser, por mais bacana que possam achar que você é, por mais popular que você se sinta, eu não perderei meu tempo citando você. A não ser que eu queira, o que é uma história completamente diferente, e se você discorda eu acho que isso é um problema que já não é mais meu e portanto eu me sinto no direito de não continuar a escrever mais nada sobre isso.
E não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar. Ou deixe.
Motivos para se criar um blog são os mais variados. Se não conseguir pensar em nenhum, esse é um problema único e exclusivo seu. Não estou aqui para agradar ninguém. Portanto, se você se sentir agradado com esse blog me desculpe, não era essa a minha intenção. Trabalharei mais para que isso não aconteça e para que a leitura seja difícil e que eu pareça um imbecil.
Pensando nisso, em como eu não estou nem aí para quem está lendo, eu acho que eu deveria parar de me desculpar e de dar justificativas para o que eu estou fazendo aqui, ou não. O blog é meu e eu digo o que eu quiser, sobre quem quiser e na hora que eu quiser. Mas não se preocupe, por mais inteligente que você pareça ser, por mais bacana que possam achar que você é, por mais popular que você se sinta, eu não perderei meu tempo citando você. A não ser que eu queira, o que é uma história completamente diferente, e se você discorda eu acho que isso é um problema que já não é mais meu e portanto eu me sinto no direito de não continuar a escrever mais nada sobre isso.
E não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar. Ou deixe.
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